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Author Instituto Espaço de Vida

O câncer de vulva é um câncer raro, responsável por 0,5% de todos os cânceres nas mulheres e 5% dos tumores ginecológicos. O tipo mais comum deste câncer é o carcinoma espinocelular, um câncer de pele que surge como uma mancha ou ferida que não cicatriza e vai aumentando.
O câncer de vulva aparece com mais frequente em mulheres após a menopausa, porém alguns fatores podem favorecer o surgimento da doença em idades mais jovens.

Os principais fatores de risco do câncer de vulva são:

  • Idade: mulheres com mais de 50 anos, sendo a incidência maior após os 70 anos;
  • Irritação/inflamação vulvar crônica;
  • Infecção pelo vírus HPV (Vírus do Papiloma Humano);
  • Infecção pelo vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana);
  • Tabagismo;
  • Neoplasia intraepitelial de Vulva (displasia vulvar): lesão pré-maligna formada por células anormais na camada mais superficial da pele da vulva;
  • Outros Cânceres Genitais como câncer de colo do útero;
  • Melanoma ou Pintas Atípicas.

Os sintomas mais frequentes do câncer de Vulva são:

  • Ferida que não cicatriza (sintoma mais frequente);
  • Ardência;
  • Coceira na região;
  • Mancha ou caroço (que pode se transformar em ferida ou descamar);
  • Mulheres infectadas com HPV;
  • Inflamação e Irritação na vagina;
  • Infecção na vagina;
  • Sangramento;
  • Nódulo ou ulceração;
  • Áreas de pele com cor e textura alteradas.

O diagnóstico do câncer de vulva é feito por histórico clínico e exame físico, confirmado por meio de biópsia. Habitualmente a biópsia da vulva é um procedimento ambulatorial, realizado pelo médico com uso de anestesia local. Outros exames utilizados no diagnóstico são: exames de imagem (Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Petscan (tomografia por emissão de pósitrons) e Radiografia de Tórax) e Cistoscopia(que examina a parte superior da bexiga), Proctoscopia (examina o reto) e exame pélvico.

Os tumores em estágio inicial são tratados por cirurgia, onde tumor e os gânglios linfáticos inguinais – primeiro local para onde o câncer da vulva pode espalhar- são removidos. Já os tumores avançados podem ser tratados com quimioterapia e radioterapia, antes ou após da cirurgia.

Os tratamentos utilizados são:

  • Cirurgias;
  • Terapia com laser: destruição das células anormais utilizando um feixe de luz concentrada (laser) pode ser utilizada no tratamento das lesões pré-malignas (Neoplasia Intra-Epitelial Vulvar ou NIV);
  • Vulvectomia simples: ressecção de toda a vulva;
  • Vulvectomia radical: remoção da vulva com tecido normal ao redor e inclui esvaziamento dos gânglios linfáticos inguinais;
  • Linfadenectomia: ressecção dos gânglios linfáticos;
  • Radioterapia: utiliza feixes de radiação para destruir as células tumorais.

É preciso que o médico e o paciente estejam sempre atentos ao  estadiamento da doença! Mas, o que é estadiamento? São os estágios que o câncer está no momento, ou seja, o tamanho, a localização e se espalhou para outros órgãos. O estádio de um tumor reflete não apenas a taxa de crescimento e a extensão da doença, mas também o tipo de tumor e sua relação com o hospedeiro. O sistema de estadiamento mais utilizado é o TNM da American Joint Committee on Cancer.

 

O que é TNM?

É a abreviatura de tumor, linfonodo e metástase. Este sistema utiliza três critérios para avaliar o estágio do câncer:

  • O próprio tumor ( T + um número de 0 a 4 usa-se para descrever o tumor primário);
  • Os linfonodos regionais ao redor do tumor ( N + 0 a 3 usa-se para descrever se a doença disseminou para os gânglios linfáticos)
  • E se o tumor se espalhou para outras partes do corpo (M usa-se para descrever que a doença se espalhou para outros órgãos)

O estadiamento pode ser clínico e patológico. O estadiamento clínico é estabelecido a partir dos dados do exame físico e dos exames complementares. O estadiamento patológico baseia-se nos achados cirúrgicos e no exame anátomopatológico – é estabelecido após tratamento cirúrgico e determina a extensão da doença com maior precisão. Lembrando que o estadiamento patológico pode ou não coincidir com o estadiamento clínico e não é aplicável a todos os tumores.

 

 

E o estadiamento para Câncer de Vulva, como funciona?

O Estadiamento da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) adota como critérios o tamanho do tumor, invasão das estruturas perineais, comprometimento dos linfonodos e metástases à distância:

 

TNM

T – Tumor primário

TTis – Carcinoma pré-invasivo

T1 – Tumor confinado à vulva e/ou períneo com 2,0 cm ou menos na sua maior dimensão

T2 – Tumor confinado à vulva e/ou períneo com mais de 2,0 cm na sua maior dimensão

T3 – Tumor de qualquer tamanho com invasão da uretra e/ou ânus

T4 – Tumor de qualquer tamanho infiltrando a mucosa vesical e/ou retal, incluindo a porção superior da mucosa uretral e/ou ânus

 

N – Linfonodos regionais

N0 – Linfonodos não palpáveis

N1 – Linfonodos regionais unilaterais metastáticos

N2 – Linfonodos regionais bilaterais metastáticos

 

M – Metástase à distância

M0 – Ausência de metástases

 

Estadiamento cirúrgico do câncer vulvar:

 

O Tis Carcinoma in situ (Carcinoma pré-invasivo)

I

T1N0M0: Tumor confinado à vulva e/ou períneo maior diâmetro menor que 2,0 cm e linfonodos inguinais negativos

T1a Invasão estromal inferior a 1,0 mm inclusive

T1b Invasão estromal superior a 1,0 mm

 

II

T2N0M0: Tumor confinado a vulva e/ou períneo com maior diâmetro superior a 2,0 cm e linfonodos inguinais negativos

 

III

T1N1M0 / T2N1M0:  Tumor de qualquer tamanho infiltrando a porção inferior da uretra e/ou vagina ou ânus e/ou metástase linfonodal regional unilateral

T3N0M0 / T3N1M0

IVA

T1N2M0: Tumor invade porção superior da uretra,mucosa vesical, mucosa retal, osso pélvico e/ou linfonodos regionais bilaterais

T2N2M0 / T3N2M0 / T4NqqM0

IVBT

qqNqqM1 : Metástases à distância, incluindo linfonodos pélvicos

 

Fonte: Associação Médica Brasileira e Agência Nacional de Saúde Suplementar

O câncer de vulva é um câncer raro, responsável por 0,5% de todos os cânceres nas mulheres e 5% dos tumores ginecológicos. O tipo mais comum deste câncer é o carcinoma espinocelular, um câncer de pele que surge como uma mancha ou ferida que não cicatriza e vai aumentando.
O câncer de vulva aparece com mais frequente em mulheres após a menopausa, porém alguns fatores podem favorecer o surgimento da doença em idades mais jovens.

Os principais fatores de risco do câncer de vulva são:

  • Idade: mulheres com mais de 50 anos, sendo a incidência maior após os 70 anos;
  • Irritação/inflamação vulvar crônica;
  • Infecção pelo vírus HPV (Vírus do Papiloma Humano);
  • Infecção pelo vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana);
  • Tabagismo;
  • Neoplasia intraepitelial de Vulva (displasia vulvar): lesão pré-maligna formada por células anormais na camada mais superficial da pele da vulva;
  • Outros Cânceres Genitais como câncer de colo do útero;
  • Melanoma ou Pintas Atípicas.

Os sintomas mais frequentes do câncer de Vulva são:

  • Ferida que não cicatriza (sintoma mais frequente);
  • Ardência;
  • Coceira na região;
  • Mancha ou caroço (que pode se transformar em ferida ou descamar);
  • Mulheres infectadas com HPV;
  • Inflamação e Irritação na vagina;
  • Infecção na vagina;
  • Sangramento;
  • Nódulo ou ulceração;
  • Áreas de pele com cor e textura alteradas.

O diagnóstico do câncer de vulva é feito por histórico clínico e exame físico, confirmado por meio de biópsia. Habitualmente a biópsia da vulva é um procedimento ambulatorial, realizado pelo médico com uso de anestesia local. Outros exames utilizados no diagnóstico são: exames de imagem (Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Petscan (tomografia por emissão de pósitrons) e Radiografia de Tórax) e Cistoscopia(que examina a parte superior da bexiga), Proctoscopia (examina o reto) e exame pélvico.

Os tumores em estágio inicial são tratados por cirurgia, onde tumor e os gânglios linfáticos inguinais – primeiro local para onde o câncer da vulva pode espalhar- são removidos. Já os tumores avançados podem ser tratados com quimioterapia e radioterapia, antes ou após da cirurgia.

Os tratamentos utilizados são:

  • Cirurgias;
  • Terapia com laser: destruição das células anormais utilizando um feixe de luz concentrada (laser) pode ser utilizada no tratamento das lesões pré-malignas (Neoplasia Intra-Epitelial Vulvar ou NIV);
  • Vulvectomia simples: ressecção de toda a vulva;
  • Vulvectomia radical: remoção da vulva com tecido normal ao redor e inclui esvaziamento dos gânglios linfáticos inguinais;
  • Linfadenectomia: ressecção dos gânglios linfáticos;
  • Radioterapia: utiliza feixes de radiação para destruir as células tumorais.

É preciso que o médico e o paciente estejam sempre atentos ao  estadiamento da doença! Mas, o que é estadiamento? São os estágios que o câncer está no momento, ou seja, o tamanho, a localização e se espalhou para outros órgãos. O estádio de um tumor reflete não apenas a taxa de crescimento e a extensão da doença, mas também o tipo de tumor e sua relação com o hospedeiro. O sistema de estadiamento mais utilizado é o TNM da American Joint Committee on Cancer.

 

O que é TNM?

É a abreviatura de tumor, linfonodo e metástase. Este sistema utiliza três critérios para avaliar o estágio do câncer:

  • O próprio tumor ( T + um número de 0 a 4 usa-se para descrever o tumor primário);
  • Os linfonodos regionais ao redor do tumor ( N + 0 a 3 usa-se para descrever se a doença disseminou para os gânglios linfáticos)
  • E se o tumor se espalhou para outras partes do corpo (M usa-se para descrever que a doença se espalhou para outros órgãos)

O estadiamento pode ser clínico e patológico. O estadiamento clínico é estabelecido a partir dos dados do exame físico e dos exames complementares. O estadiamento patológico baseia-se nos achados cirúrgicos e no exame anátomopatológico – é estabelecido após tratamento cirúrgico e determina a extensão da doença com maior precisão. Lembrando que o estadiamento patológico pode ou não coincidir com o estadiamento clínico e não é aplicável a todos os tumores.

 

 

E o estadiamento para Câncer de Vulva, como funciona?

O Estadiamento da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) adota como critérios o tamanho do tumor, invasão das estruturas perineais, comprometimento dos linfonodos e metástases à distância:

 

TNM

T – Tumor primário

TTis – Carcinoma pré-invasivo

T1 – Tumor confinado à vulva e/ou períneo com 2,0 cm ou menos na sua maior dimensão

T2 – Tumor confinado à vulva e/ou períneo com mais de 2,0 cm na sua maior dimensão

T3 – Tumor de qualquer tamanho com invasão da uretra e/ou ânus

T4 – Tumor de qualquer tamanho infiltrando a mucosa vesical e/ou retal, incluindo a porção superior da mucosa uretral e/ou ânus

 

N – Linfonodos regionais

N0 – Linfonodos não palpáveis

N1 – Linfonodos regionais unilaterais metastáticos

N2 – Linfonodos regionais bilaterais metastáticos

 

M – Metástase à distância

M0 – Ausência de metástases

 

Estadiamento cirúrgico do câncer vulvar:

 

O Tis Carcinoma in situ (Carcinoma pré-invasivo)

I

T1N0M0: Tumor confinado à vulva e/ou períneo maior diâmetro menor que 2,0 cm e linfonodos inguinais negativos

T1a Invasão estromal inferior a 1,0 mm inclusive

T1b Invasão estromal superior a 1,0 mm

 

II

T2N0M0: Tumor confinado a vulva e/ou períneo com maior diâmetro superior a 2,0 cm e linfonodos inguinais negativos

 

III

T1N1M0 / T2N1M0:  Tumor de qualquer tamanho infiltrando a porção inferior da uretra e/ou vagina ou ânus e/ou metástase linfonodal regional unilateral

T3N0M0 / T3N1M0

IVA

T1N2M0: Tumor invade porção superior da uretra,mucosa vesical, mucosa retal, osso pélvico e/ou linfonodos regionais bilaterais

T2N2M0 / T3N2M0 / T4NqqM0

IVBT

qqNqqM1 : Metástases à distância, incluindo linfonodos pélvicos

 

Fonte: Associação Médica Brasileira e Agência Nacional de Saúde Suplementar

O que é?

O câncer de vulva é um câncer raro, responsável por 0,5% de todos os cânceres nas mulheres e 5% dos tumores ginecológicos. O tipo mais comum deste câncer é o carcinoma espinocelular, um câncer de pele que surge como uma mancha ou ferida que não cicatriza e vai aumentando.
O câncer de vulva aparece com mais frequente em mulheres após a menopausa, porém alguns fatores podem favorecer o surgimento da doença em idades mais jovens.

Fatores de Risco

Os principais fatores de risco do câncer de vulva são:

  • Idade: mulheres com mais de 50 anos, sendo a incidência maior após os 70 anos;
  • Irritação/inflamação vulvar crônica;
  • Infecção pelo vírus HPV (Vírus do Papiloma Humano);
  • Infecção pelo vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana);
  • Tabagismo;
  • Neoplasia intraepitelial de Vulva (displasia vulvar): lesão pré-maligna formada por células anormais na camada mais superficial da pele da vulva;
  • Outros Cânceres Genitais como câncer de colo do útero;
  • Melanoma ou Pintas Atípicas.
Sintomas

Os sintomas mais frequentes do câncer de Vulva são:

  • Ferida que não cicatriza (sintoma mais frequente);
  • Ardência;
  • Coceira na região;
  • Mancha ou caroço (que pode se transformar em ferida ou descamar);
  • Mulheres infectadas com HPV;
  • Inflamação e Irritação na vagina;
  • Infecção na vagina;
  • Sangramento;
  • Nódulo ou ulceração;
  • Áreas de pele com cor e textura alteradas.
Diagnóstico

O diagnóstico do câncer de vulva é feito por histórico clínico e exame físico, confirmado por meio de biópsia. Habitualmente a biópsia da vulva é um procedimento ambulatorial, realizado pelo médico com uso de anestesia local. Outros exames utilizados no diagnóstico são: exames de imagem (Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Petscan (tomografia por emissão de pósitrons) e Radiografia de Tórax) e Cistoscopia(que examina a parte superior da bexiga), Proctoscopia (examina o reto) e exame pélvico.

Tratamento

Os tumores em estágio inicial são tratados por cirurgia, onde tumor e os gânglios linfáticos inguinais – primeiro local para onde o câncer da vulva pode espalhar- são removidos. Já os tumores avançados podem ser tratados com quimioterapia e radioterapia, antes ou após da cirurgia.

Os tratamentos utilizados são:

  • Cirurgias;
  • Terapia com laser: destruição das células anormais utilizando um feixe de luz concentrada (laser) pode ser utilizada no tratamento das lesões pré-malignas (Neoplasia Intra-Epitelial Vulvar ou NIV);
  • Vulvectomia simples: ressecção de toda a vulva;
  • Vulvectomia radical: remoção da vulva com tecido normal ao redor e inclui esvaziamento dos gânglios linfáticos inguinais;
  • Linfadenectomia: ressecção dos gânglios linfáticos;
  • Radioterapia: utiliza feixes de radiação para destruir as células tumorais.
Estadiamento

É preciso que o médico e o paciente estejam sempre atentos ao  estadiamento da doença! Mas, o que é estadiamento? São os estágios que o câncer está no momento, ou seja, o tamanho, a localização e se espalhou para outros órgãos. O estádio de um tumor reflete não apenas a taxa de crescimento e a extensão da doença, mas também o tipo de tumor e sua relação com o hospedeiro. O sistema de estadiamento mais utilizado é o TNM da American Joint Committee on Cancer.

 

O que é TNM?

É a abreviatura de tumor, linfonodo e metástase. Este sistema utiliza três critérios para avaliar o estágio do câncer:

  • O próprio tumor ( T + um número de 0 a 4 usa-se para descrever o tumor primário);
  • Os linfonodos regionais ao redor do tumor ( N + 0 a 3 usa-se para descrever se a doença disseminou para os gânglios linfáticos)
  • E se o tumor se espalhou para outras partes do corpo (M usa-se para descrever que a doença se espalhou para outros órgãos)

O estadiamento pode ser clínico e patológico. O estadiamento clínico é estabelecido a partir dos dados do exame físico e dos exames complementares. O estadiamento patológico baseia-se nos achados cirúrgicos e no exame anátomopatológico – é estabelecido após tratamento cirúrgico e determina a extensão da doença com maior precisão. Lembrando que o estadiamento patológico pode ou não coincidir com o estadiamento clínico e não é aplicável a todos os tumores.

 

 

E o estadiamento para Câncer de Vulva, como funciona?

O Estadiamento da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) adota como critérios o tamanho do tumor, invasão das estruturas perineais, comprometimento dos linfonodos e metástases à distância:

 

TNM

T – Tumor primário

TTis – Carcinoma pré-invasivo

T1 – Tumor confinado à vulva e/ou períneo com 2,0 cm ou menos na sua maior dimensão

T2 – Tumor confinado à vulva e/ou períneo com mais de 2,0 cm na sua maior dimensão

T3 – Tumor de qualquer tamanho com invasão da uretra e/ou ânus

T4 – Tumor de qualquer tamanho infiltrando a mucosa vesical e/ou retal, incluindo a porção superior da mucosa uretral e/ou ânus

 

N – Linfonodos regionais

N0 – Linfonodos não palpáveis

N1 – Linfonodos regionais unilaterais metastáticos

N2 – Linfonodos regionais bilaterais metastáticos

 

M – Metástase à distância

M0 – Ausência de metástases

 

Estadiamento cirúrgico do câncer vulvar:

 

O Tis Carcinoma in situ (Carcinoma pré-invasivo)

I

T1N0M0: Tumor confinado à vulva e/ou períneo maior diâmetro menor que 2,0 cm e linfonodos inguinais negativos

T1a Invasão estromal inferior a 1,0 mm inclusive

T1b Invasão estromal superior a 1,0 mm

 

II

T2N0M0: Tumor confinado a vulva e/ou períneo com maior diâmetro superior a 2,0 cm e linfonodos inguinais negativos

 

III

T1N1M0 / T2N1M0:  Tumor de qualquer tamanho infiltrando a porção inferior da uretra e/ou vagina ou ânus e/ou metástase linfonodal regional unilateral

T3N0M0 / T3N1M0

IVA

T1N2M0: Tumor invade porção superior da uretra,mucosa vesical, mucosa retal, osso pélvico e/ou linfonodos regionais bilaterais

T2N2M0 / T3N2M0 / T4NqqM0

IVBT

qqNqqM1 : Metástases à distância, incluindo linfonodos pélvicos

 

Fonte: Associação Médica Brasileira e Agência Nacional de Saúde Suplementar

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O Câncer de Colo de Útero é um tumor que ataca a área inferior do útero, chamada de colo ou cérvix. Os primeiros sintomas são verrugas na mucosa da vagina, do pênis, do ânus, da laringe e do esôfago. Esta é uma doença que demora anos para desenvolver, aproximadamente, de 10 a 20 anos.

Este é o segundo tipo de câncer feminino mais comum, perdendo apenas para o câncer de mama.Segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA, no Brasil,  está em terceiro lugar, atrás do câncer de mama e intestino (colon e reto), com taxa de incidência de 15 novos casos em 100.000 mulheres ao ano. A mortalidade pode chegar a 5 casos em 100.000 ao ano. Geralmente, afeta mulheres entre 40 e 60 anos de idade.

A endometriose (outra doença muito comum as mulheres adultas) e a genética não possuem relação com o surgimento desse câncer. O Câncer de Colo de Útero pode evoluir para uma doença mais severa, o Carcinoma invasor do colo uterino (tumor maligno).

Alguns riscos possibilitam o aparecimento do Câncer de Colo do Útero:

  • Sexo desprotegido com múltiplos parceiros
  • Histórico de DSTs (HPV – Papiloma Vírus Humano)
  • Tabagismo
  • Idade precoce da primeira relação sexual
  • Má higiene íntima
  • Multiparidade (Várias gravidezes)

Por ser uma doença lenta, na maioria dos casos, quando os sintomas aparecem é sinal de que o câncer está em estágio avançado.

Os sintomas variam conforme a gravidade da doença:

  • Corrimento persistente de coloração amarelada ou rosa e com forte odor;
  • Hemorragia anormal;
  • Desconforto ao urinar;
  • Micção irregular;
  • Ciclos menstruais irregulares;
  • Sexo desconfortável (com dor);
  • Dor na pelve;
  • Dor nas costas;

O principal exame para prevenir e detectar o Câncer do colo de útero é o Papanicolau. Este exame faz parte dos exames de rotina da saúde da mulher e permite ao médico examinar visualmente o interior da vagina e o colo do útero. Com uma espátula de madeira e uma pequena escova especial o médico realiza a descamação do colo do útero a fim de recolher as células para a análise em laboratório. O Papanicolau pode ser complementado com Colposcopia com a realização de biópsia para se confirmar o diagnóstico.

Os tratamentos aplicados para o Câncer de colo do útero podem ser:

Cirurgia – Este procedimento consiste na retirada do tumor e, em algum casos, do útero  e da parte superior da vagina também.

Radioterapia – O objetivo deste tratamento é reduzir o volume volume tumoral.

Quimioterapia – Este tratamento é indicado para tumores em estágios mais avançados.

O tipo de tratamento irá depender do estágio da doença, do tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade e desejo de ter filhos.

Em atualização.

Mais informações acesse o site da International Myeloma Foundation Latin America – IMF Latin America ou ligue para ligue para 0800 777 0355 (IMF Latin America) e saiba tudo sobre essa doença!

O Câncer de Colo de Útero é um tumor que ataca a área inferior do útero, chamada de colo ou cérvix. Os primeiros sintomas são verrugas na mucosa da vagina, do pênis, do ânus, da laringe e do esôfago. Esta é uma doença que demora anos para desenvolver, aproximadamente, de 10 a 20 anos.

Este é o segundo tipo de câncer feminino mais comum, perdendo apenas para o câncer de mama.Segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA, no Brasil,  está em terceiro lugar, atrás do câncer de mama e intestino (colon e reto), com taxa de incidência de 15 novos casos em 100.000 mulheres ao ano. A mortalidade pode chegar a 5 casos em 100.000 ao ano. Geralmente, afeta mulheres entre 40 e 60 anos de idade.

A endometriose (outra doença muito comum as mulheres adultas) e a genética não possuem relação com o surgimento desse câncer. O Câncer de Colo de Útero pode evoluir para uma doença mais severa, o Carcinoma invasor do colo uterino (tumor maligno).

Alguns riscos possibilitam o aparecimento do Câncer de Colo do Útero:

  • Sexo desprotegido com múltiplos parceiros
  • Histórico de DSTs (HPV – Papiloma Vírus Humano)
  • Tabagismo
  • Idade precoce da primeira relação sexual
  • Má higiene íntima
  • Multiparidade (Várias gravidezes)

Por ser uma doença lenta, na maioria dos casos, quando os sintomas aparecem é sinal de que o câncer está em estágio avançado.

Os sintomas variam conforme a gravidade da doença:

  • Corrimento persistente de coloração amarelada ou rosa e com forte odor;
  • Hemorragia anormal;
  • Desconforto ao urinar;
  • Micção irregular;
  • Ciclos menstruais irregulares;
  • Sexo desconfortável (com dor);
  • Dor na pelve;
  • Dor nas costas;

O principal exame para prevenir e detectar o Câncer do colo de útero é o Papanicolau. Este exame faz parte dos exames de rotina da saúde da mulher e permite ao médico examinar visualmente o interior da vagina e o colo do útero. Com uma espátula de madeira e uma pequena escova especial o médico realiza a descamação do colo do útero a fim de recolher as células para a análise em laboratório. O Papanicolau pode ser complementado com Colposcopia com a realização de biópsia para se confirmar o diagnóstico.

Os tratamentos aplicados para o Câncer de colo do útero podem ser:

Cirurgia – Este procedimento consiste na retirada do tumor e, em algum casos, do útero  e da parte superior da vagina também.

Radioterapia – O objetivo deste tratamento é reduzir o volume volume tumoral.

Quimioterapia – Este tratamento é indicado para tumores em estágios mais avançados.

O tipo de tratamento irá depender do estágio da doença, do tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade e desejo de ter filhos.

Em atualização.

O que é?

O Câncer de Colo de Útero é um tumor que ataca a área inferior do útero, chamada de colo ou cérvix. Os primeiros sintomas são verrugas na mucosa da vagina, do pênis, do ânus, da laringe e do esôfago. Esta é uma doença que demora anos para desenvolver, aproximadamente, de 10 a 20 anos.

Este é o segundo tipo de câncer feminino mais comum, perdendo apenas para o câncer de mama.Segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA, no Brasil,  está em terceiro lugar, atrás do câncer de mama e intestino (colon e reto), com taxa de incidência de 15 novos casos em 100.000 mulheres ao ano. A mortalidade pode chegar a 5 casos em 100.000 ao ano. Geralmente, afeta mulheres entre 40 e 60 anos de idade.

A endometriose (outra doença muito comum as mulheres adultas) e a genética não possuem relação com o surgimento desse câncer. O Câncer de Colo de Útero pode evoluir para uma doença mais severa, o Carcinoma invasor do colo uterino (tumor maligno).

Fatores de Risco

Alguns riscos possibilitam o aparecimento do Câncer de Colo do Útero:

  • Sexo desprotegido com múltiplos parceiros
  • Histórico de DSTs (HPV – Papiloma Vírus Humano)
  • Tabagismo
  • Idade precoce da primeira relação sexual
  • Má higiene íntima
  • Multiparidade (Várias gravidezes)
Sintomas

Por ser uma doença lenta, na maioria dos casos, quando os sintomas aparecem é sinal de que o câncer está em estágio avançado.

Os sintomas variam conforme a gravidade da doença:

  • Corrimento persistente de coloração amarelada ou rosa e com forte odor;
  • Hemorragia anormal;
  • Desconforto ao urinar;
  • Micção irregular;
  • Ciclos menstruais irregulares;
  • Sexo desconfortável (com dor);
  • Dor na pelve;
  • Dor nas costas;
Diagnóstico

O principal exame para prevenir e detectar o Câncer do colo de útero é o Papanicolau. Este exame faz parte dos exames de rotina da saúde da mulher e permite ao médico examinar visualmente o interior da vagina e o colo do útero. Com uma espátula de madeira e uma pequena escova especial o médico realiza a descamação do colo do útero a fim de recolher as células para a análise em laboratório. O Papanicolau pode ser complementado com Colposcopia com a realização de biópsia para se confirmar o diagnóstico.

Tratamento

Os tratamentos aplicados para o Câncer de colo do útero podem ser:

Cirurgia – Este procedimento consiste na retirada do tumor e, em algum casos, do útero  e da parte superior da vagina também.

Radioterapia – O objetivo deste tratamento é reduzir o volume volume tumoral.

Quimioterapia – Este tratamento é indicado para tumores em estágios mais avançados.

O tipo de tratamento irá depender do estágio da doença, do tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade e desejo de ter filhos.

Estadiamento

Em atualização.

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A leucemia é um câncer das primeiras células formadoras de sangue. Na maioria das vezes, a leucemia é um câncer dos glóbulos brancos do sangue, mas algumas leucemias começam em outros tipos de células do sangue. Existem vários tipos de leucemias, que são divididas principalmente com base em se a leucemia é aguda (crescimento rápido) ou crônica (crescimento mais lento) e se começa nas células mielóides ou células linfóides. Diferentes tipos de leucemia têm diferentes opções de tratamento e perspectivas.

 

Quais são os tipos de Leucemia?
Leucemia Linfoide Aguda (LLA)

A leucemia linfocide aguda (ou linfoblástica) às vezes é chamada de LLA. Começa na medula óssea, onde são feitas as células sanguíneas. É mais comum em crianças do que em adultos.

 

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) em Adultos

A leucemia mieloide aguda (LMA) começa na medula óssea (a parte interna mole de certos ossos, onde novas células sanguíneas são feitas – as células-tronco). Às vezes, pode se espalhar para outras partes do corpo, incluindo os gânglios linfáticos, fígado, baço, sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) e testículos. A LMA se desenvolve a partir de células que se transformariam em glóbulos brancos (exceto linfócitos), mas às vezes a LMA se desenvolve em outros tipos de células formadoras de sangue. A leucemia mieloide aguda (LMA) tem muitos outros nomes, incluindo leucemia mielocítica aguda, leucemia mieloide aguda, leucemia granulocítica aguda e leucemia não linfocítica aguda.

 

Leucemia Linfoide Crônica (LLC)

É a leucemia mais comum em adultos. É um tipo de câncer que começa nas células que se transformam em certos glóbulos brancos (chamados linfócitos) na medula óssea. As células cancerosas (leucemia) começam na medula óssea, mas depois vão para o sangue. Na LLC, as células leucêmicas frequentemente se acumulam lentamente. Muitas pessoas não apresentam sintomas por pelo menos alguns anos. Mas, com o tempo, as células crescem e se espalham para outras partes do corpo, incluindo os gânglios linfáticos, fígado e baço.

 

Leucemia Mieloide Crônica (LMC)

Também conhecida como leucemia mielogênica crônica

É um tipo de câncer que começa em certas células formadoras de sangue da medula óssea. Na LMC, uma mudança genética ocorre em uma versão inicial (imatura) das células mieloides – as células que produzem glóbulos vermelhos, plaquetas e a maioria dos tipos de glóbulos brancos (exceto linfócitos). Essa mudança forma um gene anormal chamado BCR-ABL, que transforma a célula em uma célula LMC. As células leucêmicas crescem e se dividem, acumulando-se na medula óssea e transbordando para o sangue. Com o tempo, as células também podem se estabelecer em outras partes do corpo, incluindo o baço. LMC é uma leucemia de crescimento bastante lento, mas pode se transformar em uma leucemia aguda de crescimento rápido que é difícil de tratar. A LMC ocorre principalmente em adultos, mas muito raramente também ocorre em crianças. Em geral, o tratamento é igual ao dos adultos.

 

Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC)

Começa nas células formadoras de sangue na medula óssea e invade o sangue. As células em quase qualquer parte do corpo podem se tornar câncer e podem se espalhar para outras áreas do corpo. Pessoas com LMMC podem ter falta de algumas células sanguíneas, mas o principal problema são os monócitos em excesso, um tipo de glóbulos brancos. (pelo menos 1.000 por mm3). Frequentemente, a contagem de monócitos é muito maior, fazendo com que sua contagem total de leucócitos também fique muito alta.Normalmente, existem algumas células anormais, chamadas blastos, na medula óssea. A quantidade de explosões na LMMC é inferior a 20%.Muitas pessoas com LMMC têm baços aumentados (um órgão que fica logo abaixo da caixa torácica esquerda).Cerca de 15% a 30% das pessoas com LMMC desenvolvem leucemia mieloide aguda (LMA)O DNA dentro das células anormais não tem certas mudanças nos genes chamados BCR / ABL (cromossomo Filadélfia), ou PDGFRA e PDGRFRB.  Como a LMMC tem características tanto de síndrome mielodisplásica quanto de neoplasia mieloproliferativa, os especialistas criaram uma nova categoria para ela: neoplasia mielodisplásica / mieloproliferativa (mielo – medula óssea, proliferativa – crescimento excessivo, displásica – aparência anormal). A LMMC é a doença mais comum nesse grupo. Doenças muito menos comuns nesse grupo são a leucemia mieloide crônica atípica e a leucemia mielomonocítica juvenil (LMMJ). Todas essas doenças produzem muitas células sanguíneas anormais. A leucemia mieloide crônica é um exemplo de neoplasia mieloproliferativa em que há uma superprodução de glóbulos brancos do sangue.

 

Leucemia Infantojuvenil

As leucemias são cânceres que começam nas células que normalmente se desenvolveriam em diferentes tipos de células do sangue. Na maioria das vezes, a leucemia começa nas formas iniciais de glóbulos brancos, mas algumas leucemias começam em outros tipos de células sanguíneas. Existem diferentes tipos de leucemia, que se baseiam principalmente em:

Se a leucemia for aguda (crescimento rápido) ou crônica (crescimento mais lento).

Se a leucemia começar nas células mieloides ou linfoides.

Saber o tipo específico de leucemia que uma criança e/ou adolescente tem pode ajudar os médicos a prever melhor o prognóstico (perspectiva) de cada criança e selecionar o melhor tratamento.

 

Leucemias Agudas

A maioria das leucemias infantojuvenis são agudas. Essas leucemias podem progredir rapidamente e geralmente precisam ser tratadas imediatamente. Os principais tipos de leucemia aguda são:

Leucemia linfocítica (linfoblástica) aguda (LLA): cerca de 3 em cada 4 leucemias infantojuvenis são LLA. Essas leucemias começam nas primeiras formas de glóbulos brancos do sangue chamadas linfócitos.

Leucemia mieloide aguda (LMA): este tipo de leucemia, também chamada de ou leucemia não linfocítica aguda, é responsável pela maioria dos casos restantes de leucemia infantojuvenil. A LMA começa a partir das células mieloides que normalmente formam os glóbulos brancos (exceto linfócitos), glóbulos vermelhos ou plaquetas.

Raramente, as leucemias agudas podem apresentar características tanto de LLA quanto de LMA. Estas são chamadas de leucemias de linhagem mista, leucemias agudas indiferenciadas ou Leucemias Agudas de Fenótipo Misto.

 

Leucemia Crônica

 As leucemias crônicas são raras em crianças e adolescentes. Essas leucemias tendem a crescer mais lentamente do que as leucemias agudas, mas também são mais difíceis de curar. As leucemias crônicas podem ser divididas em 2 tipos principais:

Leucemia mieloide crônica (LMC): também chamada de leucemia mieloide crônica, a LMA é rara em crianças e adolescentes. O tratamento é semelhante ao usado para adultos.

Leucemia linfocítica crônica (LLC): essa leucemia é extremamente rara em crianças e adolescentes.

 

Leucemia Mielomonocítica Juvenil (LMMJ)

Este tipo raro de leucemia não é crônica nem aguda. Começa nas células mieloides, mas geralmente não cresce tão rápido quanto a LMA ou tão lentamente quanto a LMC. Ocorre com mais frequência em crianças pequenas (idade média de 2 anos). Os sintomas podem incluir pele pálida, febre, tosse, hematomas ou sangramento fácil, dificuldade para respirar (devido a muitos glóbulos brancos nos pulmões), erupção cutânea e aumento do tamanho do baço, fígado e nódulos linfáticos.

Imagem: National Cancer Institute

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Mais informações acesse o site da International Myeloma Foundation Latin America – IMF Latin America ou ligue para ligue para 0800 777 0355 (IMF Latin America) e saiba tudo sobre essa doença!

A leucemia é um câncer das primeiras células formadoras de sangue. Na maioria das vezes, a leucemia é um câncer dos glóbulos brancos do sangue, mas algumas leucemias começam em outros tipos de células do sangue. Existem vários tipos de leucemias, que são divididas principalmente com base em se a leucemia é aguda (crescimento rápido) ou crônica (crescimento mais lento) e se começa nas células mielóides ou células linfóides. Diferentes tipos de leucemia têm diferentes opções de tratamento e perspectivas.

 

Quais são os tipos de Leucemia?
Leucemia Linfoide Aguda (LLA)

A leucemia linfocide aguda (ou linfoblástica) às vezes é chamada de LLA. Começa na medula óssea, onde são feitas as células sanguíneas. É mais comum em crianças do que em adultos.

 

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) em Adultos

A leucemia mieloide aguda (LMA) começa na medula óssea (a parte interna mole de certos ossos, onde novas células sanguíneas são feitas – as células-tronco). Às vezes, pode se espalhar para outras partes do corpo, incluindo os gânglios linfáticos, fígado, baço, sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) e testículos. A LMA se desenvolve a partir de células que se transformariam em glóbulos brancos (exceto linfócitos), mas às vezes a LMA se desenvolve em outros tipos de células formadoras de sangue. A leucemia mieloide aguda (LMA) tem muitos outros nomes, incluindo leucemia mielocítica aguda, leucemia mieloide aguda, leucemia granulocítica aguda e leucemia não linfocítica aguda.

 

Leucemia Linfoide Crônica (LLC)

É a leucemia mais comum em adultos. É um tipo de câncer que começa nas células que se transformam em certos glóbulos brancos (chamados linfócitos) na medula óssea. As células cancerosas (leucemia) começam na medula óssea, mas depois vão para o sangue. Na LLC, as células leucêmicas frequentemente se acumulam lentamente. Muitas pessoas não apresentam sintomas por pelo menos alguns anos. Mas, com o tempo, as células crescem e se espalham para outras partes do corpo, incluindo os gânglios linfáticos, fígado e baço.

 

Leucemia Mieloide Crônica (LMC)

Também conhecida como leucemia mielogênica crônica

É um tipo de câncer que começa em certas células formadoras de sangue da medula óssea. Na LMC, uma mudança genética ocorre em uma versão inicial (imatura) das células mieloides – as células que produzem glóbulos vermelhos, plaquetas e a maioria dos tipos de glóbulos brancos (exceto linfócitos). Essa mudança forma um gene anormal chamado BCR-ABL, que transforma a célula em uma célula LMC. As células leucêmicas crescem e se dividem, acumulando-se na medula óssea e transbordando para o sangue. Com o tempo, as células também podem se estabelecer em outras partes do corpo, incluindo o baço. LMC é uma leucemia de crescimento bastante lento, mas pode se transformar em uma leucemia aguda de crescimento rápido que é difícil de tratar. A LMC ocorre principalmente em adultos, mas muito raramente também ocorre em crianças. Em geral, o tratamento é igual ao dos adultos.

 

Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC)

Começa nas células formadoras de sangue na medula óssea e invade o sangue. As células em quase qualquer parte do corpo podem se tornar câncer e podem se espalhar para outras áreas do corpo. Pessoas com LMMC podem ter falta de algumas células sanguíneas, mas o principal problema são os monócitos em excesso, um tipo de glóbulos brancos. (pelo menos 1.000 por mm3). Frequentemente, a contagem de monócitos é muito maior, fazendo com que sua contagem total de leucócitos também fique muito alta.Normalmente, existem algumas células anormais, chamadas blastos, na medula óssea. A quantidade de explosões na LMMC é inferior a 20%.Muitas pessoas com LMMC têm baços aumentados (um órgão que fica logo abaixo da caixa torácica esquerda).Cerca de 15% a 30% das pessoas com LMMC desenvolvem leucemia mieloide aguda (LMA)O DNA dentro das células anormais não tem certas mudanças nos genes chamados BCR / ABL (cromossomo Filadélfia), ou PDGFRA e PDGRFRB.  Como a LMMC tem características tanto de síndrome mielodisplásica quanto de neoplasia mieloproliferativa, os especialistas criaram uma nova categoria para ela: neoplasia mielodisplásica / mieloproliferativa (mielo – medula óssea, proliferativa – crescimento excessivo, displásica – aparência anormal). A LMMC é a doença mais comum nesse grupo. Doenças muito menos comuns nesse grupo são a leucemia mieloide crônica atípica e a leucemia mielomonocítica juvenil (LMMJ). Todas essas doenças produzem muitas células sanguíneas anormais. A leucemia mieloide crônica é um exemplo de neoplasia mieloproliferativa em que há uma superprodução de glóbulos brancos do sangue.

 

Leucemia Infantojuvenil

As leucemias são cânceres que começam nas células que normalmente se desenvolveriam em diferentes tipos de células do sangue. Na maioria das vezes, a leucemia começa nas formas iniciais de glóbulos brancos, mas algumas leucemias começam em outros tipos de células sanguíneas. Existem diferentes tipos de leucemia, que se baseiam principalmente em:

Se a leucemia for aguda (crescimento rápido) ou crônica (crescimento mais lento).

Se a leucemia começar nas células mieloides ou linfoides.

Saber o tipo específico de leucemia que uma criança e/ou adolescente tem pode ajudar os médicos a prever melhor o prognóstico (perspectiva) de cada criança e selecionar o melhor tratamento.

 

Leucemias Agudas

A maioria das leucemias infantojuvenis são agudas. Essas leucemias podem progredir rapidamente e geralmente precisam ser tratadas imediatamente. Os principais tipos de leucemia aguda são:

Leucemia linfocítica (linfoblástica) aguda (LLA): cerca de 3 em cada 4 leucemias infantojuvenis são LLA. Essas leucemias começam nas primeiras formas de glóbulos brancos do sangue chamadas linfócitos.

Leucemia mieloide aguda (LMA): este tipo de leucemia, também chamada de ou leucemia não linfocítica aguda, é responsável pela maioria dos casos restantes de leucemia infantojuvenil. A LMA começa a partir das células mieloides que normalmente formam os glóbulos brancos (exceto linfócitos), glóbulos vermelhos ou plaquetas.

Raramente, as leucemias agudas podem apresentar características tanto de LLA quanto de LMA. Estas são chamadas de leucemias de linhagem mista, leucemias agudas indiferenciadas ou Leucemias Agudas de Fenótipo Misto.

 

Leucemia Crônica

 As leucemias crônicas são raras em crianças e adolescentes. Essas leucemias tendem a crescer mais lentamente do que as leucemias agudas, mas também são mais difíceis de curar. As leucemias crônicas podem ser divididas em 2 tipos principais:

Leucemia mieloide crônica (LMC): também chamada de leucemia mieloide crônica, a LMA é rara em crianças e adolescentes. O tratamento é semelhante ao usado para adultos.

Leucemia linfocítica crônica (LLC): essa leucemia é extremamente rara em crianças e adolescentes.

 

Leucemia Mielomonocítica Juvenil (LMMJ)

Este tipo raro de leucemia não é crônica nem aguda. Começa nas células mieloides, mas geralmente não cresce tão rápido quanto a LMA ou tão lentamente quanto a LMC. Ocorre com mais frequência em crianças pequenas (idade média de 2 anos). Os sintomas podem incluir pele pálida, febre, tosse, hematomas ou sangramento fácil, dificuldade para respirar (devido a muitos glóbulos brancos nos pulmões), erupção cutânea e aumento do tamanho do baço, fígado e nódulos linfáticos.

Imagem: National Cancer Institute

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O que é?

A leucemia é um câncer das primeiras células formadoras de sangue. Na maioria das vezes, a leucemia é um câncer dos glóbulos brancos do sangue, mas algumas leucemias começam em outros tipos de células do sangue. Existem vários tipos de leucemias, que são divididas principalmente com base em se a leucemia é aguda (crescimento rápido) ou crônica (crescimento mais lento) e se começa nas células mielóides ou células linfóides. Diferentes tipos de leucemia têm diferentes opções de tratamento e perspectivas.

 

Quais são os tipos de Leucemia?
Leucemia Linfoide Aguda (LLA)

A leucemia linfocide aguda (ou linfoblástica) às vezes é chamada de LLA. Começa na medula óssea, onde são feitas as células sanguíneas. É mais comum em crianças do que em adultos.

 

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) em Adultos

A leucemia mieloide aguda (LMA) começa na medula óssea (a parte interna mole de certos ossos, onde novas células sanguíneas são feitas – as células-tronco). Às vezes, pode se espalhar para outras partes do corpo, incluindo os gânglios linfáticos, fígado, baço, sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) e testículos. A LMA se desenvolve a partir de células que se transformariam em glóbulos brancos (exceto linfócitos), mas às vezes a LMA se desenvolve em outros tipos de células formadoras de sangue. A leucemia mieloide aguda (LMA) tem muitos outros nomes, incluindo leucemia mielocítica aguda, leucemia mieloide aguda, leucemia granulocítica aguda e leucemia não linfocítica aguda.

 

Leucemia Linfoide Crônica (LLC)

É a leucemia mais comum em adultos. É um tipo de câncer que começa nas células que se transformam em certos glóbulos brancos (chamados linfócitos) na medula óssea. As células cancerosas (leucemia) começam na medula óssea, mas depois vão para o sangue. Na LLC, as células leucêmicas frequentemente se acumulam lentamente. Muitas pessoas não apresentam sintomas por pelo menos alguns anos. Mas, com o tempo, as células crescem e se espalham para outras partes do corpo, incluindo os gânglios linfáticos, fígado e baço.

 

Leucemia Mieloide Crônica (LMC)

Também conhecida como leucemia mielogênica crônica

É um tipo de câncer que começa em certas células formadoras de sangue da medula óssea. Na LMC, uma mudança genética ocorre em uma versão inicial (imatura) das células mieloides – as células que produzem glóbulos vermelhos, plaquetas e a maioria dos tipos de glóbulos brancos (exceto linfócitos). Essa mudança forma um gene anormal chamado BCR-ABL, que transforma a célula em uma célula LMC. As células leucêmicas crescem e se dividem, acumulando-se na medula óssea e transbordando para o sangue. Com o tempo, as células também podem se estabelecer em outras partes do corpo, incluindo o baço. LMC é uma leucemia de crescimento bastante lento, mas pode se transformar em uma leucemia aguda de crescimento rápido que é difícil de tratar. A LMC ocorre principalmente em adultos, mas muito raramente também ocorre em crianças. Em geral, o tratamento é igual ao dos adultos.

 

Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC)

Começa nas células formadoras de sangue na medula óssea e invade o sangue. As células em quase qualquer parte do corpo podem se tornar câncer e podem se espalhar para outras áreas do corpo. Pessoas com LMMC podem ter falta de algumas células sanguíneas, mas o principal problema são os monócitos em excesso, um tipo de glóbulos brancos. (pelo menos 1.000 por mm3). Frequentemente, a contagem de monócitos é muito maior, fazendo com que sua contagem total de leucócitos também fique muito alta.Normalmente, existem algumas células anormais, chamadas blastos, na medula óssea. A quantidade de explosões na LMMC é inferior a 20%.Muitas pessoas com LMMC têm baços aumentados (um órgão que fica logo abaixo da caixa torácica esquerda).Cerca de 15% a 30% das pessoas com LMMC desenvolvem leucemia mieloide aguda (LMA)O DNA dentro das células anormais não tem certas mudanças nos genes chamados BCR / ABL (cromossomo Filadélfia), ou PDGFRA e PDGRFRB.  Como a LMMC tem características tanto de síndrome mielodisplásica quanto de neoplasia mieloproliferativa, os especialistas criaram uma nova categoria para ela: neoplasia mielodisplásica / mieloproliferativa (mielo – medula óssea, proliferativa – crescimento excessivo, displásica – aparência anormal). A LMMC é a doença mais comum nesse grupo. Doenças muito menos comuns nesse grupo são a leucemia mieloide crônica atípica e a leucemia mielomonocítica juvenil (LMMJ). Todas essas doenças produzem muitas células sanguíneas anormais. A leucemia mieloide crônica é um exemplo de neoplasia mieloproliferativa em que há uma superprodução de glóbulos brancos do sangue.

 

Leucemia Infantojuvenil

As leucemias são cânceres que começam nas células que normalmente se desenvolveriam em diferentes tipos de células do sangue. Na maioria das vezes, a leucemia começa nas formas iniciais de glóbulos brancos, mas algumas leucemias começam em outros tipos de células sanguíneas. Existem diferentes tipos de leucemia, que se baseiam principalmente em:

Se a leucemia for aguda (crescimento rápido) ou crônica (crescimento mais lento).

Se a leucemia começar nas células mieloides ou linfoides.

Saber o tipo específico de leucemia que uma criança e/ou adolescente tem pode ajudar os médicos a prever melhor o prognóstico (perspectiva) de cada criança e selecionar o melhor tratamento.

 

Leucemias Agudas

A maioria das leucemias infantojuvenis são agudas. Essas leucemias podem progredir rapidamente e geralmente precisam ser tratadas imediatamente. Os principais tipos de leucemia aguda são:

Leucemia linfocítica (linfoblástica) aguda (LLA): cerca de 3 em cada 4 leucemias infantojuvenis são LLA. Essas leucemias começam nas primeiras formas de glóbulos brancos do sangue chamadas linfócitos.

Leucemia mieloide aguda (LMA): este tipo de leucemia, também chamada de ou leucemia não linfocítica aguda, é responsável pela maioria dos casos restantes de leucemia infantojuvenil. A LMA começa a partir das células mieloides que normalmente formam os glóbulos brancos (exceto linfócitos), glóbulos vermelhos ou plaquetas.

Raramente, as leucemias agudas podem apresentar características tanto de LLA quanto de LMA. Estas são chamadas de leucemias de linhagem mista, leucemias agudas indiferenciadas ou Leucemias Agudas de Fenótipo Misto.

 

Leucemia Crônica

 As leucemias crônicas são raras em crianças e adolescentes. Essas leucemias tendem a crescer mais lentamente do que as leucemias agudas, mas também são mais difíceis de curar. As leucemias crônicas podem ser divididas em 2 tipos principais:

Leucemia mieloide crônica (LMC): também chamada de leucemia mieloide crônica, a LMA é rara em crianças e adolescentes. O tratamento é semelhante ao usado para adultos.

Leucemia linfocítica crônica (LLC): essa leucemia é extremamente rara em crianças e adolescentes.

 

Leucemia Mielomonocítica Juvenil (LMMJ)

Este tipo raro de leucemia não é crônica nem aguda. Começa nas células mieloides, mas geralmente não cresce tão rápido quanto a LMA ou tão lentamente quanto a LMC. Ocorre com mais frequência em crianças pequenas (idade média de 2 anos). Os sintomas podem incluir pele pálida, febre, tosse, hematomas ou sangramento fácil, dificuldade para respirar (devido a muitos glóbulos brancos nos pulmões), erupção cutânea e aumento do tamanho do baço, fígado e nódulos linfáticos.

Imagem: National Cancer Institute

Fatores de Risco

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Sintomas

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Diagnóstico

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Tratamento

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Estadiamento

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Acromegalia é uma doença causada pelo excesso de produção do hormônio de crescimento (GH). O nome acromegalia é reservado à produção excessiva de GH na vida adulta, quando as cartilagens de crescimento já se encontram fechadas, inativas, causando aumento das mãos e dos pés.
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A anemia falciforme ou Doença Falciforme é um tipo de anemia. A anemia é uma doença em que o sangue tem um número menor do que o normal de glóbulos vermelhos. Esta condição também pode ocorrer se os seus glóbulos vermelhos não têm hemoglobina suficiente.

Anemia Falciforme é caracterizada pelo predomínio da hemoglobina S (HbS). É uma doença hematológica (do sangue) hereditária (genética) que causa destruição crônica das células vermelhas do sangue, episódios de intensa dor, susceptibilidade às infecções, lesões orgânicas e, em alguns casos, à morte precoce. É uma anemia que acontece porque algumas pessoas não têm a hemoglobina A e, no seu lugar, produzem outra hemoglobina diferente daquela, chamada hemoglobina S. A hemoglobina S não exerce a função de oxigenar o corpo de forma satisfatória.

Traço

A anemia falciforme é um tipo de anemia. A anemia é uma doença em que o sangue tem um número menor do que o normal de glóbulos vermelhos. Esta condição também pode ocorrer se os seus glóbulos vermelhos não têm hemoglobina suficiente.

Os glóbulos vermelhos são feitos na medula esponjosa no interior dos grandes ossos do corpo. A medula óssea é sempre fazendo novos glóbulos vermelhos para substituir os antigos. Glóbulos vermelhos normais duram cerca de 120 dias na corrente sangüínea e depois morrer. Eles carregam o oxigênio e remover o dióxido de carbono (um produto) de seu corpo.

Na anemia falciforme, uma inferior ao número normal de glóbulos vermelhos ocorre porque as células falciformes não duram muito tempo. Células falciformes geralmente morrem após apenas cerca de 10 a 20 dias. A medula óssea não é possível fazer novos glóbulos vermelhos rápido o suficiente para substituir os que morrem.
A anemia falciforme é uma doença hereditária, ao longo da vida. As pessoas que têm a doença nascem com ele. Eles herdam duas cópias do gene falciforme, um de cada pai.

As pessoas que herdam um gene falciforme de um pai e um gene normal do outro progenitor tem uma condição chamada de traço falciforme. Traço falciforme é diferente de anemia falciforme. As pessoas que têm o traço falciforme não têm a doença, mas eles têm um dos genes que causam anemia falciforme. Como as pessoas que têm anemia falciforme, as pessoas que têm o traço falciforme pode passar o gene para seus filhos.

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Dois novos medicamentos para o tratamento de melanoma foram indicados pela CONITEC para a incorporação no SUS, Sistema Único de Saúde.

Foi recomendada a incorporação à lista de tratamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) de dois medicamentos imunoterápicos contra câncer de pele do tipo melanoma, em estágio avançado não-cirúrgico e metastático. A decisão foi tomada em reunião da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), do Ministério da Saúde, na última quarta-feira (8).

Os imunoterápicos têm revolucionado o tratamento de vários tipos de câncer por terem alta eficácia, especialmente nos casos de melanoma e o câncer de pulmão.

O melanoma é relativamente pouco frequente na população brasileira, com estimativa de 8.500 novos casos em 2020, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), mas é um dos tumores mais agressivos e com maiores chances de se disseminar pelo corpo —a chamada metástase.

Até agora, os únicos tratamentos disponíveis pelo SUS para melanoma metastático são o interferon e a quimioterapia, com importantes efeitos colaterais e pouca eficácia —menos de 20% dos pacientes apresentam resposta positiva a essas abordagens terapêuticas. As terapias modernas como a imunoterapia têm cerca de 60% de sucesso e possuem efeito mais duradouro, com potencial de cura.

Os medicamentos cuja incorporação foi aprovada são o nivolumabe e o pembrolizumabe, anticorpos que atuam contra o câncer removendo “freios” que o tumor usa para brecar a resposta imune. Ambos são da classe anti-PD1, em referência à molécula de superfície das células tumorais que é neutralizada. Um outro imunoterápico, o ipilimumabe, da classe anti-CTLA4, não foi recomendado para incorporação.

O pedido para incorporação dos imunoterápicos havia sido feito em novembro de 2019, incluindo também outra categoria de drogas antimelanoma, as terapias-alvo, que igualmente têm uma taxa de sucesso maior do que as terapias oferecidas pelo SUS. Uma decisão anterior da Conitec, em dezembro de 2019, não havia recomendado a incorporação de nenhuma das drogas, alegando uma baixa relação custo benefício.

A nova decisão vem depois de esforço de sociedades médicas, especialistas, indústria e representantes de pacientes, em uma consulta pública aberta em janeiro deste ano. A liberação deixou de fora todas as terapias-alvo. Após a recomendação do Conitec, a incorporação dos medicamentos será decidida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos e, se aprovadas, as drogas passam a fazer parte das diretrizes terapêuticas do Ministério da Saúde. A partir daí, é necessária uma negociação de preço para que as drogas comecem a ser utilizadas pelo SUS. O prazo para que isso ocorra é de 180 dias, mas ele nem sempre é cumprido.

O custo anual do nivolumabe, estimado no relatório inicial da Conitec que recomendou a não incorporação, pode chegar a cerca de R$ 1,8 bilhão. No entanto, o valor pode variar muito. “Não é possível falar em números. Esse seria o preço de mercado do medicamento, sem levar em conta a negociação. Muitas vezes, o Estado acaba gastando mais com os tratamentos pagos via judicialização do que se incorporasse uma terapia mais eficiente”, diz Renan Clara, diretor-executivo da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

Fonte: Folha de Paulo

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Tratamento que estimula o sistema de defesa do próprio organismo a combater o tumor prolonga a vida das pacientes com subtipo da doença

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no dia 13 de maio a primeira imunoterapia para tratar pacientes com câncer de mama triplo-negativo na fase metastática da doença. A aprovação do uso conjunto da imunoterapiaatezolizumabe com a quimioterapia nab-paclitaxel foi baseada nos resultados do estudo IMPASSION130, que demonstrou redução de 38% no risco de progressão ou morte e ganho de 10 meses de sobrevida em pacientes com expressão do biomarcador PDL-1. Publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, o estudo clínico IMPASSION130 envolveu 902 pacientes tratadas em 246 centros médicos de 41 países, incluindo o Brasil. Osdados do estudo clínico chamaram atenção da comunidade científica internacional.

O avanço ocorre em um subtipo de câncer de mama frequente em mulheres mais jovens, geralmente com menos de 50 anos e para o qual a eficácia dos tratamentos é desafiadora: o triplo-negativo. A denominação vem da ausência da expressão de três biomarcadores comumente empregados na classificação da doença: receptor de estrógeno, receptor de progesterona e proteína HER-2. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o que mais acomete as brasileiras, representando 29,5% da incidência da doença no país entre as mulheres e quase 60 mil novos casos ao ano. O triplo-negativo representa em torno de 15% deste total. Enquanto a taxa de morte por outros tipos gira em torno de 10%, a de triplo-negativo varia entre 30% e 40% em cinco anos.

Outra característica é que parte dos casos evolui para metástase em curto período de tempo, em torno de 1 a 3 anos. Com base no cenário atual, o estudo IMPASSION130 – que foi apresentado no congresso europeu de oncologia (ESMO Congress), no último outubro – veio quebrar este paradigma ao demonstrar benefício clínico para as pacientes coma presençado biomarcadorPDL-1, que corresponde a 41% dos casos. Nos Estados Unidos, esta mesma aprovação foi em 8 de março, após trâmite acelerado na agência americana de regulação de medicamentos, o Food and Drug Administration – FDA. No Brasil, o tratamento também recebeu a prioridade de análise, um mecanismo adotado desde 2008 para garantir mais celeridade conforme sua relevância para a população. A nova terapia utiliza recursos da medicina de precisão, em que o perfil do tumor é capaz de guiar as decisões clínicas para benefícios mais expressivos. Além disso, como imunoterapia, estimula o sistema de defesa do próprio organismo a atacar as células tumorais, estratégia conhecida por ter menor toxicidade e respostas mais duradouras. “A imunoterapia vem sendo utilizada no tratamento de câncer com resultados expressivos há cerca de nove anos, mas este é o primeiro avanço em tumores de mama”, conta o pesquisador brasileiro que participou do IMPASSION130, Carlos Barrios. “As pacientes com triplo-negativo avançado ou metastático, quando a doença já passou para outros órgãos, têm um prognóstico difícil. Este tratamento aprovado pela Anvisa se torna o preferencial na prática clínica”, explica o especialista, que é diretor do Centro de Pesquisa em Oncologia do Hospital São Lucas (RS) e do Grupo Latino-Americano de Pesquisa em Oncologia Clínica (Lacog).

Fonte: Roche

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou recentemente o registro do medicamento abemaciclibe, indicado para o tratamento de câncer de mama avançado ou metastático, com expressão de receptores hormonais (RH) positivos e HER-2 negativo.

Baseada em diferentes estudos clínicos, a aprovação contempla a utilização de abemaciclibe em três cenários de tratamentos distintos: como monoterapia após exposição prévia a terapia hormonal e quimioterapia; combinado a fulvestranto após progressão a terapia hormonal; e combinado a um inibidor da aromatase no tratamento de primeira linha.

O medicamento é o terceiro inibidor de CDK4/6, recentemente aprovado no país. Essa classe de medicação tem um papel importante no controle da doença metastática receptor hormonal positiva, HER-2 negativa, demonstrando um aumento significativo e de alta relevância clínica na sobrevida livre de progressão para essas pacientes em relação ao uso de hormonioterapia isolada.

O Brasil é o primeiro país da América Latina a contar com a nova opção terapêutica, cujo lançamento deve ocorrer no segundo trimestre de 2019. Nos Estados Unidos, o medicamento foi aprovado em 2017, e na Europa e no Japão, em 2018.

Fonte: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica

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Prezado (a) Doutor (a)/ Farmacêutico (a)

Seja Bem-vindo (a)!

Em cumprimento à RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 191, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2017 que dispõe sobre o controle da substância lenalidomida, a Celgene convida para o treinamento e capacitação para médicos e farmacêuticos no Programa de Prevenção à Gravidez (PPG) de Revlimid (lenalidominda), denominado Programa RevCare® Brasil.

De acordo com a RDC 191, esse treinamento é mandatório para que o REVLIMID® (lenalidomida) seja prescrito e dispensado de maneira segura.

O treinamento será disponibilizado via internet, em sessões ao vivo onde o Sr (a) terá oportunidade de fazer perguntas e também em uma versão gravada que poderá ser acessada à qualquer hora de acordo com a sua conveniência.

Você poderá fazê-lo usando celular, tablete ou computador pessoal.

Para realizar o seu cadastro no site, clique no botão “NOVO CADASTRO”, no canto superior direito da página.

Para saber mais acesse aqui.

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Você precisa saber que o tabagismo é uma doença (dependência química) e que, por isso, você pode apresentar sintomas desagradáveis quando ficar sem fumar por algum tempo.

Se você quer tentar parar de fumar sozinho, vamos passar algumas orientações que podem ajudá-lo.

Comece escolhendo uma data para ser o seu primeiro dia sem cigarro. Esse dia não precisa ser um dia de sofrimento. Faça dele uma ocasião especial, e para aumentar suas chances de sucesso, não tenha cigarros por perto. Programe algo que goste de fazer para se distrair e relaxar.

VOCÊ PODE ESCOLHER DUAS FORMAS PARA PARAR DE FUMAR:

A PARADA IMEDIATA. Esta deve ser sempre a primeira opção. Você escolhe a data e, nesse dia, deixa de fumar.

A PARADA GRADUAL. Você pode utilizar este método de duas formas:

Reduzindo o número de cigarros. Para isso, é só contar o número de cigarros fumados por dia e passar a fumar um número menor a cada dia.
Adiando a hora em que começa a fumar o primeiro cigarro do dia. Você vai adiando o primeiro cigarro por um número de horas predeterminado a cada dia até chegar o dia em que você não fumará nenhum cigarro.
Se você escolher a parada gradual, não deverá gastar mais que duas semanas nesse processo.

Se, depois de ter seguido essas orientações, não tiver conseguido parar de fumar sozinho, não desanime. Procure uma Unidade Básica de Saúde do SUS na sua cidade para mais informações sobre o tratamento e você será ajudado por um profissional de saúde.

Lembre-se, também, de que fumar cigarros de baixos teores não é uma boa alternativa. Eles fazem tanto mal à saúde quanto os outros cigarros.

Cuidado com os métodos milagrosos para deixar de fumar. Se tiver dúvidas, procure orientação de um profissional de saúde.

Fonte: INCA

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O procedimento estará disponível na rede pública nos próximos seis meses

Os pacientes com mucopolissacaridose (MPS) Tipo I e Tipo II terão acesso, no SUS, ao transplante de células tronco hematopoiéticas alogênico. O Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde tornou pública a decisão no Diário Oficial desta quinta-feira, por meio das Portarias Nº 8 e Nº 9, de 24 de janeiro de 2018. O procedimento estará disponível em até 180 dias.

A mucopolissacaridose é uma doença metabólica hereditária, em que o indivíduo afetado nasce com falta ou diminuição de enzimas que digerem os glicosaminoglicanos (GAG), moléculas com papel importante na constituição dos ossos, cartilagem, pele, tendões e muitos outros tecidos. Como consequência, esses GAG se acumulam no organismo, provocando problemas como deterioração progressiva e comprometimento neurológico. A mucopolissacaridose Tipo I, também conhecida como Síndrome de Hurler, é o tipo mais grave da doença e acarreta, além da perda cognitiva, malformações no esqueleto, problemas cardíacos e respiratórios, entre outros. Já o tipo II, conhecido como Síndrome de Hunter, tem os mesmos sintomas, porém mais brandos, e se manifesta principalmente em homens.

O tratamento mais indicado para essa doença é a Terapia de Reposição Enzimática (TRE), que consiste na utilização, por via venosa, de medicamentos com ação similar à enzima deficiente nos lisossomos das células. Também se utiliza o transplante de células-tronco da medula óssea ou do cordão umbilical, na tentativa de que essas células se multipliquem para formar as enzimas necessárias.

Durante a elaboração do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas das Mucopolissacaridoses tipo I e tipo II, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) identificou a necessidade de recomendar a ampliação de uso do transplante para essa indicação na rede pública de saúde. O transplante já era realizado no SUS, mas para outras enfermidades.

“Casos em todo o mundo comprovam que o transplante pode atenuar bastante o dano causado por essas doenças. Quando é realizado até os três anos de idade, existe a possibilidade de que o procedimento reverta completamente a doença”, explica a geneticista Angelina Xavier Acosta. Ela também ressalta que essa incorporação representa um “avanço logístico” no tratamento da doença. “Atualmente, o médico indica o transplante para o paciente, mas, como o procedimento não está na lista do SUS, inicia-se um processo burocrático que atrasa o tratamento”, conta. Isso mudará nos próximos seis meses.

“Essa decisão representa uma nova esperança para quem tem poucas. É uma esperança que não existia há alguns anos”, comemora Márcia de Oliveira, mãe de uma paciente de 21 anos e presidente da Associação de Pacientes de Mucopolissacaridose da Bahia”.

Confira aqui os Relatórios Técnicos da CONITEC sobre o transplante para MPS I e MPS II.

Fonte: http://conitec.gov.br

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Pacientes que sofrem de polineuropatia amilodóitica familiar (ou paramiloidose), mais conhecida pela sigla PAF, já terão acesso no SUS ao tafamidis meglulina, o único medicamento aprovado para combater essa doença rara. O Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde publicou a portaria de incorporação que estabelece esse tratamento no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira, 18 de janeiro. Dessa forma, essa alternativa terapêutica estará disponível à população em até 180 dias.

O Ministério da Saúde estima que existem cerca de 4.800 brasileiros diagnosticados com PAF, uma doença genética e hereditária, ainda sem cura, que afeta as células nervosas e provoca distúrbios no sistema nervoso. A condição, que geralmente se manifesta a partir dos 20 anos, ocorre quando uma mutação faz com que a proteína transtirretina (TTR) seja produzida de forma instável e se aglomere em vários tecidos do corpo. A TTR transporta hormônios e outras moléculas que regulam diversas funções do organismo e é produzida principalmente pelo fígado.

Em decorrência dessa mutação, os pacientes sofrem dores crônicas, formigamento e perda de sensibilidade em braços e pernas, cansaço muscular, visão borrada, diarreia e outros problemas que podem se intensificar a medida que a doença evolui. Aprovado pela Anvisa em 2016, o tafamidis se destinará ao tratamento dos pacientes em estágio inicial da doença.

O medicamento, que custa cerca de R$ 21 mil ao mês, chega ao SUS para suprir a falta de opções terapêuticas para a doença — em casos avançados, a única alternativa é o transplante hepático— A droga estabiliza a proteína TTR e, apesar de não fazer com que os sintomas adquiridos regridam, desacelera a progressão natural da doença. Após a avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (CONITEC) no SUS, o medicamento foi recomendado para pacientes em fase inicial e que não tenham realizado transplante de fígado. Os estudos científicos indicam que são os pacientes com esse perfil que mais se beneficiam do tratamento com tafamidis.

“A incorporação desse remédio é fundamental para os pacientes, pois ele faz com que a doença avance o mais lentamente possível”, destacou Márcia Waddington Cruz, diretora do Centro de Estudos em Paramiloidose Antônio Rodrigues de Melo (CEPARM), no Rio de Janeiro, e uma das maiores especialistas do país na doença. Ela explica que o tafamidis é uma alternativa terapêutica segura, sem os problemas que o transplante de fígado acarreta. “A taxa de mortalidade por transplante ainda é considerada alta e, além disso, não há órgãos para todos os pacientes”, diz.

Para Fábio Figueiredo de Almeida, paciente e presidente da Associação Brasileira de Paramiloidose (ABPAR), a chegada desse tratamento ao SUS representa um marco. “Além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes, essa incorporação abre portas para que outros medicamentos que já estão sendo testados em outros países possam ser registrados no Brasil”, afirma.

O presidente da ABPAR, que foi diagnosticado com PAF em 2012, acrescenta que se trata também de uma vitória para médicos que cuidam há anos de pacientes com essa doença. “Antes, eles cuidavam de um paciente com uma sentença de morte nas mãos, porque não havia nenhum tratamento”, diz.

Veja aqui o relatório técnico da CONITEC com informações detalhadas sobre a recomendação de incorporação do tafamidis.

Fonte: http://conitec.gov.br

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