Em novembro de 2015 conhecemos a história do pequeno Lucas, que ao 3 anos foi diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda tipo B (LLA B).

Hoje no Dia da Infância vamos saber como está esse pequeno guerreiro e relembrar essa história que emocionou muita gente.

Confira, com exclusividade, o bate-bola Especial Dia da Infância com a mãe do pequeno Lucas, Andréia:

1.  Como o Lucas está atualmente? (fase de tratamento, relacionamento com as pessoas)
O Lucas está muito bem, está ainda na fase de manutenção, vamos ao hospital 4 vezes por mês (exame de sangue, consulta com o oncologista, quimioterapia e exame de líquor com indução de quimio), que conforme os médicos vai até o primeiro semestre de 2017, quando ai terá alta médica, e passaremos à ir ao hospital todo mês somente para fazer os exames e ver se está tudo bem com ele. A partir desse momento, ele ficará sem tomar quimioterapia e fazendo os exames para controle médico.

2.  Ele está indo para a escolinha? Se sim, o que mudou depois que ele começou a frequentar as aulas com outras crianças?
Este ano de 2016, ele começou à ir na escolinha, falta somente quando tem algo relacionado ao tratamento. Em relação aos esportes, ainda não faz nada, a natação que está inclusa na mensalidade é proibida pelo tratamento e pelos médicos, agora neste 2º semestre de 2016, os médicos liberaram uma atividade física, nós estamos pensando em colocar ele em alguma luta, judô ou jiu jitsu. A escola está sendo muito importante para o Lucas, ele se soltou mais, está mais falante, mais esperto, fez muitos amiguinhos, já está lendo algumas palavras, já reconhece muitas coisas que antes nem sabia, já lê os números até 50, e antes deste ano, ele não fazia nada disso, porque ficou um ano sem ir à escola e praticamente recluso dentro de casa.

3. Como está a qualidade de vida do Lucas?
A qualidade de vida dele, mudou muito, agora saímos mais, passeamos, viajamos, vai ao shopping, cinema, parque, ele está indo à escola, nas festinhas dos amigos e primos, ele está mais feliz e toda família também feliz com a saúde dele e por ele estar bem.

4. Hoje é comemorado o Dia da Infância, o que você tem a dizer para esses pequenos guerreiros que lutam contra algum tipo de câncer assim como você e sua família.
Eu digo que, é uma doença perigosa, que temos “medo” o tempo todo, mas não devemos perder a fé, e sempre fazer o tratamento corretamente, confiar nos médicos e na sabedoria deles, sempre conversar com o nosso filho perguntando se ele está bem, se dói algo, fazer ele entender que tem um dodói e que tudo isso é pro bem dele, pra sua cura, por mais que às vezes estamos cansados e tristes, o sofrimento das agulhadas, internações, enclausuramentos é todo deles, então temos, que saber lhe dar com as nossas emoções para estarmos bem somente para os nossos filhos. Infelizmente, muitas crianças perdem boa parte de sua infância, por causa do tratamento, buscando tão somente a sua saúde restabelecida, então, mesmo que elas estejam num quarto de hospital internadas, façam com que isso, se torno menos  triste, levem brinquedos, se fantasiem, coloque desenhos, leve desenhos para pintar, em muitos hospitais existem os voluntários, que são anjos e que alegram nossas crianças, isso ajuda muito o dia deles a ser mais felizes. Não fiquem ao seu lado chorando, se lamentando, reclamando, coloquem alegria em tudo que fazem. A família unida ajuda muito nesses momentos, lembro dos meus pais, visitando o Lucas quando internado e levando carinho em forma de presentinhos e guloseimas, o amor cura! Quando passamos a frequentar ambientes aonde só se tem crianças doentes com câncer e leucemia, nossa percepção de vida, muda radicalmente, nos preocupamos mais em viver o hoje, damos mais importância as coisas que realmente importam e mais valor à vida e às pessoas que amamos.

RELEMBRANDO…
Agora vamos relembrar a história desse menino sorridente, brincalhão e cheio de vida! Lucas foi diagnosticado aos três anos e pertinho do Natal de 2014 com Leucemia Linfóide Aguda tipo B (LLA B), e hoje luta para ter uma vida igual às crianças da sua idade. Emocione-se. Clique aqui!

  • Pode me chamar de Ju. Jornalista, paulistana nata e balzaquiana. Apaixonada pelo comportamento humano e não dispenso um abraço demorado. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada. Amorosa, sonhadora e chorona. Quer me ganhar? Basta falar sobre o amor.

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