Os filhos do cearense Sr. José, diagnosticado com câncer renal em 2010 aceitaram nosso convite e escreveram um texto com muito amor e esperança para o seu “painho” nesse domingo do Dia Dos Pais.

Confira a homenagem do Americo e da Luciana:

“Quando fomos convidados para prestar essa homenagem ao nosso “painho” o SIM veio em unanimidade! Nosso pai merece todos os dias do ano para ele, por vários motivos.. Mas o maior de todos é pelo dom de ser guerreiro!  Aproveitamos  o texto de Daniel Jaoude e adaptamos a tudo aquilo que achamos do nosso pai, José Nunes Junior, nosso painho, Lulinha para uns, José para outros ou Nunes.

Ser guerreiro é…

Saber que não existem atalhos para o destino. E que em hipótese alguma, haverá vitória sem luta, e não haverá luta sem adversários.

A derrota, para o guerreiro, nada mais é que o adiamento da inevitável vitória. O Guerreiro é, por natureza própria, perseverante. Pensa em desistir mas não desiste, pensa em fugir mas não foge, pensa em vingança mas não vinga. Se sente medo, não o deixa dominá-lo, tampouco deixa invadi-lo, o conhece apenas para evitá-lo.

Assim, através do autodomínio, alcança a plenitude do não-pensamento, onde o Tudo se torna Vazio, e o guerreiro se torna um com esse vazio, restando apenas o infinito Amor.

Alcançou seu objetivo, se tornou um com seu caminho. E deste ponto em diante, do alto de seu Satori, sabe que nada é impossível. Não há e nem haverá de existir barreiras insuperáveis, inimigos invencíveis, ou caminhos que não possam ser percorridos. E também sabe que, quando se quer alguma coisa, o universo inteiro conspira a seu favor.

Fazendo a vida valer a pena, tentando sempre, desistindo jamais. Tornando o sonho verdade, o erro em acerto, a barreira em passagem, o desespero em solução. Verdadeiro, simples, decidido e objetivo. Compreende a todos, mesmo sabendo que é incompreendido. Com coragem, através da honra, do amor de Deus e pelo Amor, sempre!

Dos seus filhos, que estão juntos na alegria e na tristeza, na saúde e na doença

Américo Nunes e Luciana Nunes”.

  • Pode me chamar de Ju. Jornalista, paulistana nata e balzaquiana. Apaixonada pelo comportamento humano e não dispenso um abraço demorado. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada. Amorosa, sonhadora e chorona. Quer me ganhar? Basta falar sobre o amor.

Veja também: