Entenda o exame de Toque Retal

Entenda o exame de Toque Retal

Antes de explicar como funciona e o por quê é tão importante fazer o exame de toque retal, é necessário entender a próstata: como ela é, onde se localiza, e qual seu funcionamento.

A próstata é uma glândula sexual, localizada abaixo da bexiga e acima do reto. Em condições normais, é pequena e seu peso é em torno de 25gr.  É imprescindível à reprodução humana, pois colabora com a produção do fluido seminal que ajuda a carregar os espermatozoides durante a ejaculação.

Todo homem, com o passar dos anos, tem um crescimento prostático. A partir dos 40 anos, todo homem que tem histórico familiar de câncer de próstata precisa fazer o exame de toque retal (exame digital da próstata).  Quando não existe histórico familiar, o homem pode realizar o exame depois dos 45 anos.    

 

O que é o exame de toque retal?

O toque retal é o exame feito por meio da introdução do dedo indicador do médico, revestido de luva esterilizada, no ânus do paciente. O exame é utilizado pelos urologistas para examinar a próstata - uma glândula externa ao reto, mas que repousa diretamente sobre ele. O procedimento é indolor ou de pouco incômodo ao paciente.

Existem três posições para realizar o exame de toque: a primeira é o paciente com a barriga para cima e joelhos dobrados, a segunda forma é o tórax e joelhos apoiados sobre a cama ou maca de exame. Já a terceira forma é em pé, inclinado e apoiando os cotovelos sobre a mesa de exame. A posição é escolhida pelo médico e o paciente, analisando as limitações físicas e preferência do médico.

É importante deixar claro que cerca de 20% dos homens que realizam o exame de toque retal não conseguem detectar o câncer de próstata. Nestes casos, o diagnóstico pode ser suspeitado por elevação do Antígeno Prostático Específico - PSA ou mesmo descoberto casualmente pelo exame de biópsia (anatomopatológico).

O exame de toque retal pode diagnosticar outras doenças, não só o câncer de próstata. Como, por exemplo, o câncer do canal anal, hemorroidas, fissuras perianais econdilomas.

Juliana Artigas

Juliana Artigas

Pode me chamar de Ju. Jornalista, paulistana nata e balzaquiana. Apaixonada pelo comportamento humano e não dispenso um abraço demorado. Acho que toda história (boa ou não) merece ser contada. Amorosa, sonhadora e chorona. Quer me ganhar? Basta falar sobre o amor.  

  • IKCC - International Kidney Cancer Coalition
  • World Ovarian Cancer Day
  • WAPO - World Alliance of Pituitary Organizations
  • The Carcinoid Cancer Foundation
  • Alianza GIST
  • The Life Raft Group

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