Imuno-oncologia

  • O QUE É?
  • PARA QUEM?
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  • EFEITOS COLATERAIS
  • CURIOSIDADES
  • FIQUE DE OLHO!

 

Você já ouviu falar em IMUNO-ONCOLOGIA?

A imuno-oncologia também conhecida como imunoterapia contra o câncer é um tratamento novo em oncologia, que utiliza uma abordagem diferente: ao invés do médico focar no tumor, ele foca no paciente, na sua imunidade, qualidade de vida e bem estar. IMUNO em imuno-oncologia é o sistema imunológico do paciente.

De acordo com o oncologista do Hospital Albert Einstein, Dr. Felipe Ades, a imunoterapia funciona estimulando o nosso sistema imunológico a descobrir qual a é a célula tumoral, para assim atacar essa célula. Demora algumas semanas para que o corpo descubra qual a diferença do tumor em relação às células normais, para se iniciar o ataque a esse tumor. Em alguns casos, existe o aumento do tumor antes que ele diminua - é o sistema imunológico invadindo o tumor, descobrindo quais são as diferenças do tumor para as células normais. Normalmente demora de 10 a 12 semanas para que ele comece a responder esse tratamento.



E,  o que é SISTEMA IMUNOLÓGICO?

Sistema imunológico é um sistema de estruturas e processos biológicos que protege o organismo contra doenças ou outros agentes estranhos ao organismo. Ele utiliza de medicamentos, conhecidos como imunoterapias, direcionados ao sistema imunológico do organismo do paciente para ajudar a combater o câncer.

 

QUAL A DIFERENÇA ENTRE IMUNOTERAPIA E IMUNO-ONCOLOGIA?

Imunoterapia refere-se a tratamentos que utilizam o sistema imunológico para combater diversas doenças, como por exemplo as vacinas.  Já a imuno-oncologia é um tipo de imunoterapia que tem o objetivo de tratar somente o câncer.

 

Fonte:

Vídeo Imunoterapia do Dr. Felipe Ades, feito pelo Instituto Espaço de Vida

A Imuno-Oncologia no tratamento do câncer: Entrevista Dr. Brust

Site da farmacêutica Bristol-Myers Squibb

Mas, QUALQUER PACIENTE PODE FAZER?

 É extremamente importante deixar claro que a imunoterapia NÃO se aplica para todos os pacientes com câncer.

Atualmente, somente três tipos de câncer tiveram medicamentos imunoterápicos aprovados pela ANVISA. São eles: câncer de pulmão, câncer de rim e melanoma.  Até o meio do ano passado, cerca de 120 pacientes, utilizaram esses medicamentos. Já nos EUA e na Europa, além de câncer de pulmão, câncer de rim e melanoma, também foram aprovados imunoterápicos para linfoma não-hodking, câncer de bexiga e de cabeça e pescoço.  

Os médicos, normalmente, utilizam o biomarcador que sinaliza quando tem algo diferente no organismo do paciente e precisa mudar o medicamento (um indicador utilizado por médicos para saber qual o medicamento mais adequado para determinado tratamento).

 

 

 

Fonte:

Vídeo Imunoterapia do Dr. Felipe Ades, feito pelo Instituto Espaço de Vida

A Imuno-Oncologia no tratamento do câncer: Entrevista Dr. Brust

Site da farmacêutica Bristol-Myers Squibb

QUAIS SÃO OS TIPOS DE IMUNO-ONCOLOGIA?

Os principais tipos de imuno-oncologia são:

  • Anticorpos monoclonais:  são versões feitas de proteínas do sistema imunológico. Os anticorpos podem ser muito úteis no tratamento do câncer, pois podem ser projetados para atacar uma parte muito específica de uma célula cancerígena;
  • Inibidores de ponto de controle imune: essas drogas basicamente quebram o sistema imunológico, o que ajuda a reconhecer e atacar as células cancerígenas;
  • Outras imunoterapias não específicas: estes tratamentos estimulam o sistema imunológico de uma forma geral.

 

COMO SEI QUE O TRATAMENTO ESTÁ SENDO EFICIENTE?

O tratamento é monitorado pela equipe médica, por meio de exame de imagem e com a realização de outros exames laboratoriais, dependendo de cada tipo de câncer.

 

Fonte:

Vídeo Imunoterapia do Dr. Felipe Ades, feito pelo Instituto Espaço de Vida

A Imuno-Oncologia no tratamento do câncer: Entrevista Dr. Brust

Site da farmacêutica Bristol-Myers Squibb

(http://www.bristol.com.br/conheca_imuno-oncologia.aspx)

American Cancer Society

Os efeitos colaterais dependem muito de qual tipo de imunoterapia o paciente está recebendo, além de como está sua imunidade, no início do tratamento. Cerca de 1 a cada 5 paciente irá receber bem o tratamento, com poucos efeitos colaterais.                                             

A imunoterapia é muito diferente da quimioterapia, não existe o cansaço habitual e nem a queda de cabelo.

A seguir alguns efeitos colaterais que podem surgir durante e após o tratamento:

  • Pneumonia;
  • Diarreia;
  • Inflamação das glândulas;
  • Tosse para quem está em tratamento pode ser princípio de uma inflamação.

 O ideal é que o paciente procure um médico assim que perceber os efeitos colaterais. Assim ele será resolvido muito rápido, apenas com medicamentos adequados, sem futuras complicações. Uma dica para você se sentir mais seguro para começar o tratamento: peça uma lista de todos os efeitos colaterais para o seu médico. Assim você estará preparado e mais alerta ao seu corpo.

 

 

Fonte:

Vídeo Imunoterapia do Dr. Felipe Ades, feito pelo Instituto Espaço de Vida

A Imuno-Oncologia no tratamento do câncer: Entrevista Dr. Brust

Site da farmacêutica Bristol-Myers Squibb

 

IMUNIDADE, de onde vem essa palavra?

 A palavra imunidade deriva do latim immunitas, que significa “estar isento de”. Este conceito originou-se por volta de 1500, antes mesmo que as causas das doenças fossem compreendidas.

 

 

Fonte:

Vídeo Imunoterapia do Dr. Felipe Ades, feito pelo Instituto Espaço de Vida

A Imuno-Oncologia no tratamento do câncer: Entrevista Dr. Brust

Site da farmacêutica Bristol-Myers Squibb

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