Linfoma de Hodgkin: novos tratamentos são discutidos no ASH 2017

Linfoma de Hodgkin: novos tratamentos são discutidos no ASH 2017

A utilização de brentuximab já é consolidada no Brasil para tratar pacientes com linfoma de Hodgkin recidivado pós-transplante, mas o ASH 2017 apresenta estudos com novidades no uso do medicamento em fases mais iniciais da doença. Jacques Tabacof, onco-hematologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO), destacou a novas perspectivas do tratamento de linfoma de Hodgkin. 

“Um estudo apresentado em plenária mostrou cerca de 1.300 pacientes que foram divididos para receber a antiga, boa e ainda clássica quimioterapia ABVD, em que o B, a bleomicina, foi substituída pelo brentuximab. O resultado foi positivo, conseguiram diminuir o risco de recidiva, com PFS aos três anos e diminuição de risco de 23%, um ganho absoluto de 5%”, afirma Tabacof.

Ainda é necessário recolher dados de sobrevida global para que, um dia, esse tratamento possa ser incorporado para todos os pacientes. “Há também problemas de custo, maior toxicidade e uso de fator de crescimento. Porém, é um dado científico importante e, com o tempo, pode ser que chegue aos pacientes na primeira linha”, comenta o onco-hematologista.

 

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